A segunda ninhada da Anita com o Flash
A segunda ninhada da Anita com o Flash nasceu no dia 9 de setembro.
Tem 9 cachorrinhos, 7 machos e duas fêmeas.
5 machos tigrados e 2 camurças.
2 fêmeas tigradas.
Foram para os seguintes donos:
Fotos da ninhada com 6 semanas
A primeira ninhada da Anita com o Edu
A primeira ninhada da Anita nasceu no dia 4 de dezembro de 2012.
Teve 3 cachorrinhos, duas fêmeas e 1 macho.
Já tem as seguintes reservas:
A história do Boxer
A história do Boxer…
Contrariamente a algumas ideias preconcebidas, o Boxer não é um cão cuja história se perca na noite dos tempos. Todos os peritos são unânimes em afirmar que a selecção do Boxer se iniciou oficialmente na Alemanha em meados do séculos XIX, a partir de cruzamentos entre diferentes tipos de cães importados ou locais, nomeadamente o pequeno Büllenbeisser (raça actualmente extinta: literalmente cão que morde os touros), reputado pela sua inteligência e capacidade de aprendizagem, e o Buldogue inglês ou Bulldog.
O ano de 1895 é assinalado pela fundação do Boxer Klub em Munique, cidade onde decorre também a primeira exposição “Especial Boxer”. O standard foi fixado cerca de 10 anos mais tarde com a criação do livro genealógico da raça (zuchtbuch). « Mühlbauer's Flocki » foi o primeiro Boxer registado em 1904 nesse livro de origens. Como curiosidade, a cadela Alt Flora’s II importada de França, participou na fixação das características da raça.
De entre os criadores apaixonados que influenciaram o futuro da raça, deve citar-se a Sra. Friederun Stockman que produziu exemplares de destaque durante a primeira metade do século XX sob o afixo Von Dom. Na sua obra referência “A minha vida com os Boxers”, a autora afirma : “o Boxer é um “gentleman” entre os cães de pêlo curto. Não só requer a melhor alimentação como prefere ser educado por um dono civilizado”.
A etimologia do termo Boxer permanece controversa. Tratar-se-á de uma palavra derivada do inglês em referência ao seu comportamento lutador e à sua disponibilidade imediata para o combate? Outros referem os hábitos deste cão que, quando brinca, utiliza as patas como se se tratassem de «ganchos» .
Contrariamente a algumas ideias preconcebidas, o Boxer não é um cão cuja história se perca na noite dos tempos. Todos os peritos são unânimes em afirmar que a selecção do Boxer se iniciou oficialmente na Alemanha em meados do séculos XIX, a partir de cruzamentos entre diferentes tipos de cães importados ou locais, nomeadamente o pequeno Büllenbeisser (raça actualmente extinta: literalmente cão que morde os touros), reputado pela sua inteligência e capacidade de aprendizagem, e o Buldogue inglês ou Bulldog.
O ano de 1895 é assinalado pela fundação do Boxer Klub em Munique, cidade onde decorre também a primeira exposição “Especial Boxer”. O standard foi fixado cerca de 10 anos mais tarde com a criação do livro genealógico da raça (zuchtbuch). « Mühlbauer's Flocki » foi o primeiro Boxer registado em 1904 nesse livro de origens. Como curiosidade, a cadela Alt Flora’s II importada de França, participou na fixação das características da raça.
De entre os criadores apaixonados que influenciaram o futuro da raça, deve citar-se a Sra. Friederun Stockman que produziu exemplares de destaque durante a primeira metade do século XX sob o afixo Von Dom. Na sua obra referência “A minha vida com os Boxers”, a autora afirma : “o Boxer é um “gentleman” entre os cães de pêlo curto. Não só requer a melhor alimentação como prefere ser educado por um dono civilizado”.
A etimologia do termo Boxer permanece controversa. Tratar-se-á de uma palavra derivada do inglês em referência ao seu comportamento lutador e à sua disponibilidade imediata para o combate? Outros referem os hábitos deste cão que, quando brinca, utiliza as patas como se se tratassem de «ganchos» .
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